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| Fonte: Pixabay |
“Queria
ser pobre um dia na vida, porque ser todo dia tá osso!”
Ganhar
na loteria, vencer um reality show, virar o “hit” da internet,
receber uma gorda herança, vender a próxima criptomoeda de sucesso,
resumindo, todo mundo quer ficar rico. Depois de enriquecer,
nunca mais trabalhar, viajar pelo mundo e nunca mais se preocupar com
dinheiro... Vida boa, não é? Mas, enquanto a fortuna não chega,
vamos só pagar boletos até o fim da vida? De jeito nenhum!
A
situação econômica do país não vai bem já faz um tempo, bons
empregos andam escassos e não sabemos se vamos conseguir nos
aposentar. Neste cenário de incertezas, o que podemos fazer para
não sofrer tanto no futuro?
Resposta: Aprender a lidar com o
dinheiro agora!
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| Fonte: Pixabay |
Desde
pequenos “usamos” o dinheiro e muitas vezes acreditamos que já
sabemos tudo sobre ele e assim a vida segue. Problemas financeiros? Basta
ganhar mais dinheiro e pronto! Tudo resolvido. Porém, não é bem
assim que a banda toca... O dinheiro é uma ferramenta que deve ser utilizada ao seu
favor! É utilizando o dinheiro que você atingir suas metas e sonhos, portanto, você deve aprender como usá-lo (de
maneira licita).
Dinheiro só é ruim para quem não sabe
usar!
Se
a educação financeira nos fosse apresentada mais cedo logo no primeiro emprego começaríamos a poupar
parte dos ganhos para utilizá-los no futuro, pois, na idade
avançada os gastos com saúde aumentam e a nossa capacidade produtiva já não é tão interessante para o mercado de trabalho. E o fato de que não podemos depender
de um sistema de aposentadoria que talvez não funcione daqui a 30
anos.
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| Você está fazendo isso errado! Fonte: Pixabay |
O
básico sobre a gestão das finanças pessoais depende de
planejamento, independente se seu sonho é comprar um carro no próximo ano ou se aposentar daqui a 30 anos. Um sonho deixa de ser “sonho”
quando ele tem prazo! Ou seja, um projeto tem
começo, meio e fim.
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| Fonte: Pixabay |
Uma
maneira fácil de entender um projeto é compará-lo com uma viajem.
Em uma viagem você sabe a data da partida, o trajeto e a data para o retorno. Sua vida
financeira e seus sonhos (a partir de agora metas) precisam ser
assim! Você deve saber aonde quer chegar, como vai chegar e quando
vai chegar. Para você começar a criar metas e
projetos vai ter que aprender a dominar uma ferramenta muito
importante, o orçamento!
Como assim? Vou explicar melhor...
Você
sabe quanto gastou com o carro no ano passado?
Quanto
gastou com taxas bancárias? (Já falei como economizar com tarifas, pesquise na caixa de busca do blog)
Por
meio de um orçamento você consegue ver para onde seu
dinheiro vai. É preciso muita disciplina para fazer o
orçamento “funcionar” e caso não faça, seus projetos poderão
falhar. Quando o orçamento estiver pronto você vai
saber se teu resultado foi:
-
Superavitário (Receita maior
do que as despesas);
-
Neutro (Receita igual à
despesa);
-
Deficitário (Receita menor do
que as despesas).
Receita
significa arrecadação. Todo o dinheiro que entra! As
receitas são subdividas em Receitas Fixas, que são valores que variam pouco, por exemplo, salário, pensão,
aposentadoria, etc. E Receitas variáveis, que mudam de mês
para mês, são exemplos o 13º salário, comissões sobre vendas,
serviços extras, etc.
As
Despesas se referem ao dinheiro que sai. Existem as Despesas
fixas, que variam muito pouco, como aluguel, prestações, etc.
E as Despesas variáveis que mudam com o passar do tempo ou são
sazonais (aparecem em certas épocas do ano), como
IPTU, IPVA, água, energia.
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| Vamos fazer umas contas... Fonte: Pixabay |
Elaborando
o Orçamento
Graças
à tecnologia, hoje você fazer seu orçamento em uma planilha
eletrônica, um aplicativo para smartphone ou anotar no bom e velho
caderninho de papel.
O orçamento mais básico deve conter
informações sobre as entradas e as saídas. No
decorrer do mês, você vai anotando toda a sua movimentação
financeira.
O ideal é no final de cada dia você somar as receitas,
depois somar as despesas e calcular a diferença entre o dois. O tal do Saldo. O saldo é a diferença entre as Receitas x Despesas. O saldo final do dia será o saldo
inicial do próximo dia. Por exemplo:
27/01
– Salário: R$ 1.000,00
28/01
– Compra do Mês (Supermercado): -R$ 300,00
29/01
– Conta de telefone: -R$ 220,00
29/01 – Saldo final: R$ 480,00 (Este será o saldo inicial do próximo
dia).
Este
modelo de orçamento acima é o modelo mais simples que você
pode fazer. Mas, ainda faltam informações
necessárias para começar a planejar.
O ideal é você
agrupar as despesas de uma maneira que você consiga
identificar/analisar onde estão os desperdícios e/ou
supérfluos que possam ser reduzidos ou eliminados. Vamos
analisar um orçamento a seguir:
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| Clique na imagem para aumentar |
Neste
orçamento, analisamos que as maiores despesas são em Baladas
e festas, Manutenção do carro e Combustível. Ao final
conseguimos ver que...
Em dezembro, a conta ficou negativa! Ou seja,
deficitária! :o
E como conseguir mais dinheiro?
Senta que lá vem história...
Consumindo
com consciência: Necessidades X Desejos
Alguns
aspectos psicológicos estão presentes quando falamos em economizar,
poupar e consumir. Talvez, uma das coisas mais difíceis para quem
começa a economizar é separar desejos de necessidades.
- Necessidades são coisas que você precisa
para sobreviver, por exemplo, água.
- Desejos são
coisas que você acredita que precisa para viver, mas, na verdade não
precisa. Por exemplo, mais um par de sapatos ou mais um smartphone de
última geração.
Economizar
não significa apenas “cortar” todos os pequenos prazeres da vida,
mas, conseguir equilíbrio entre o gastar e o poupar.
É preciso ser disciplinado e aprender a dizer NÃO algumas vezes.
Você precisa aprender a gastar menos do que ganha! Este é o segredo.
Por
exemplo, no orçamento apresentado era necessário gastar tanto com
Baladas? Com combustível? Não. Ao invés de sair todos os finais de semana, você pode começar a sair menos, ou, encontrar outros meios mais baratos para se divertir.
O consumo consciente vai te
ajudar a evitar dívidas, investir, comprar mais barato, usar os
juros corretamente e aumentar seus recursos.
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| Vamos fazer uns cortes... Fonte: Pixabay |
Para
estimular o consumo, o comércio tem ferramentas para te
seduzir a comprar. Por exemplo:
-
Tamanho das letras: Já
percebeu que o valor total sempre é de um tamanho minúsculo? E o
tamanho da parcela é bem grande...
-
Pequenas unidades de tempo: É
aquela estória do “por apenas R$ 1,99 por dia”, no final do mês
vira uma conta grande!
-
Apelo emocional: Só hoje! Não
perca! Oportunidade única! E outras coisas que te forçam a
comprar.
-
Preços que terminam com “0,99”:
Sua cabeça acredita que eles são “menores”, mas, não são... 99,99% de certeza...
As
vitrines, lojas e supermercados também têm técnicas para chamar a
sua atenção, vejamos:
-
Embalagens, placas, gôndolas e
locais mais atraentes: São tão bonitos e iluminados!
-
Produtos mais caros/marcas
conhecidas ao alcance dos olhos, ou das mãos: Por isso os doces
e chocolates mais gostosos ficam perto do caixa!
-
Inexistência de relógios,
janelas, etc: Pra você não ter pressa de comprar mais um
pouquinho...
-
Padaria/Açougue no fundo:
Você vai passar por vários produtos antes de chegar ao pão. E vai
comprar uma geleia, um presunto, uma cafeteira, água sanitária...
-
Produtos associados: Tudo o
que você precisa para fazer um churrasco vai estar por perto.
-
Promoção de produtos: Fique
atento! O prazo de validade pode estar próximo. Ou uma “promoção”
que não valha a pena, tipo, um produto “X”, muito conhecido, na
promoção custando o mesmo que o produto “Y”, menos conhecido,
porém, com mais unidades.
-
Degustação: O peixe morre
pela boca! XD
E
como resistir a tantos encantos? É uma questão de atitude!
- Pesquise preços - Comece uns 2 meses antes;
- Peça descontos - Principalmente pagando à vista em dinheiro;
- Mostre “desinteresse” - Para tentar uma proposta melhor;
- Compre de segunda mão - Tem gente que usa uma roupa ou
lê um livro apenas uma vez e depois vende!
- Faça uma lista de compras antes de ir ao supermercado;
- Coma antes de ir ao supermercado;
- Combine com as crianças
o que será comprado (olha a educação financeira!);
- Compare
preços - Existem aplicativos que comparam preços;
- Experimente
outras marcas;
- Confira se preço da gôndola é o mesmo no
caixa;
- Aproveite boas promoções - Verificar a validade
dos produtos;
Mas, eu tenho DÍVIDAS! E agora?
As
dívidas são um assunto delicado, atrapalham o sono e podem causar
muitos problemas familiares.
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As dívidas vão corroendo seu orçamento! Fonte: Pixabay
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As dividas podem acontecer por vários motivos. Despesas sazonais
(Natal, páscoa, IPTU, IPVA), Marketing (como foi citado
anteriormente), Redução da renda (Desemprego, baixa nas
comissões), divórcio (separação dos bens), emergências
(Ex. Uma cirurgia urgente), pouco conhecimento (Ex.
Contratando serviços caros) e Descontrole (Excesso de Dividas
ao ponto de não mais conseguir mais resolver o problema, sendo
inscrito nos órgãos de Proteção ao crédito, como Serasa, SCPC),
entre outros.
Dicas
para sair das dividas
- Você precisa aceitar que precisa resolver este problema.
Algumas pessoas pensam que estão devendo e não tem culpa! É uma
questão de educação, se você emprestou, devolva. Se você
comprou, pague.
- Conhecer
o tamanho real do problema. Verificar quais e quantas dívidas
você tem. Pague as contas mais “caras” primeiro (taxas de juros
mais altas).
- Compartilhar
e buscar ajuda de pessoas próximas ou que tenham conhecimento
para te ajudar.
- Não
fazer novas dívidas. Reorganize sua vida financeira. Pague as
“contas velhas” primeiro!
- Reduzir
gastos: Novamente, seu orçamento precisa ser superavitário.
Mantenha apenas o que for necessário. Gastos supérfluos (Tv a cabo,
lavanderia, roupas de marca, etc) e Desperdícios (Água, energia,
comida, combustível, etc) deverão ser eliminados
- Renda
extra: Seja um ninja! Faça bicos, artesanato, docinhos, qualquer
coisa que renda mais dinheiro!
- Busque
ajuda profissional: Se a situação estiver incontrolável,
busque ajuda de advogados, contadores, PROCON, etc. Existem
oportunidades de quitar uma divida com redução dos valores,
transferir uma divida para outro banco, rever taxas, etc. Renegociar é bom para ambos os lados.
E os juros?
Os juros são o preço que você paga para usar o dinheiro dos outros (Crédito, financiamento, empréstimo, cartão de crédito, etc). Todavia, os juros podem também trabalhar a seu favor!
De maneira geral, quando você faz um investimento na caderneta de poupança você empresta dinheiro para o banco! E recebe juros por este empréstimo! Então, devemos tomar cuidado com as taxas de juros e outros custos ocultos (Custo Efetivo Total – CET) quando vamos contratar serviços financeiros. Devemos verificar também taxas e impostos quando vamos investir, por exemplo, se o investimento paga Imposto de Renda.
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| Fonte: Pixabay |
Os
juros são divididos em juros simples e juros compostos. Os juros simples são aplicados apenas sobre o valor principal.
Os
juros compostos são aplicados no decorrer do tempo, somando-se ao
valor principal. São os famosos “Juros sobre juros”. Assim, os
juros podem ser seus “amigos”, porém, também podem ser seus
piores “inimigos”. Use-os sabiamente! Faça cálculos,
simulações, a internet está cheia de ferramentas para te ajudar.
E os investimentos?
Você
fez o orçamento ou quitou suas dívidas e ainda sobrou dinheiro?
Parabéns! Agora vamos começar a pensar no futuro!
Poupar
significa economizar recursos hoje para usá-los no futuro. A
poupança (Não a Caderneta de Poupança) é a diferença entre as
receitas e as despesas, que serão investidos e remunerados por isso.
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| Fonte: Pixabay |
Quanto
devo investir?
Depende. Vai depender dos seus projetos!
Sugiro
que você comece poupando, OBRIGATORIAMENTE, algo em torno de 30%
da sua renda (Você vai ter que adequar seu modo de vida aos
70%).
Religiosamente, ao pegar seu dinheiro você deverá descontar este valor e destes “30%”, você vai separar 10% para a
aposentadoria (Será um investimento para longo prazo) e 20% para
formar sua reserva de emergência (Liquidez diária).
Depois de
formar a reserva de emergência (Vou falar sobre o que é isso no item "Prevenção") você vai ajustar os valores para outros investimentos com melhores rentabilidades. Por exemplo:
Salário:
R$ 1.000,00
Poupança:
R$ 300,00 (R$ 30,00 – Aposentadoria e R$ 270,00 – Reserva de
emergência).
Saldo:
R$ 700,00 – Seu padrão de vida deverá caber aqui. Ponto final.
Ò_ó
Liquidez
diária? O que é isso?
Um investimento é composto por
três elementos, a liquidez, o risco e a rentabilidade:
-
Liquidez: A capacidade de algo se
tornar dinheiro rapidamente. Nada é mais “líquido” do que o
dinheiro. Uma casa, por exemplo, precisa ser vendida para se tornar
“dinheiro”, assim, ela não tem muita liquidez.
-
Risco: A possibilidade de
perder dinheiro. Existem riscos altos e baixos. Ex. Ações. Elas
podem valorizar muito ou perderem todo o seu valor.
-
Rentabilidade: É o retorno do
investimento. Quanto maior a rentabilidade, maior o risco e
vice-versa.
Os
investimentos têm suas características próprias e as pessoas que
fazem investimentos também tem características, são chamados os
perfis de investimento! O perfil de investidor não é uma verdade absoluta, porém, os
perfis têm uma tendência a escolher entre risco e
rentabilidade:
-
Perfil conservador: Prefere
uma rentabilidade menor e minimiza o risco de perdas.
-
Perfil moderado: Busca o
equilíbrio entre risco e a rentabilidade. Está disposto a encarar
alguns riscos.
-
Perfil Arrojado: Prioriza a
rentabilidade mais alta e aceita correr riscos.
Os
investimentos (e seus projetos) também têm prazos diferentes.
De uma maneira geral, podemos dizer que:
-
Curto prazo: Um
investimento/objetivo de curto pode durar até 2 anos. Como comprar
um carro, reformar um quarto, etc.
-
Médio prazo: Um objetivo de
médio prazo pode durar entre 2 e 5 anos. Como pagar uma faculdade,
uma viagem/intercâmbio ou comprar um carro 0Km.
-
Longo prazo: Podem ter mais de
5 anos. Seria a aposentadoria ou a compra de um imóvel.
Tipos de Investimento
Depois
de saber seu perfil de investidor, os prazos e os riscos, você pode
escolher entre os vários investimentos disponíveis no mercado. Os
investimentos são divididos em Renda fixa e Renda variável:
- Renda fixa: Você sabe
aproximadamente quanto vai receber. A renda fixa pode
ser prefixada (taxa de juros contratada antes), pós-fixada
(calculada no final do prazo, no resgate) e com base na variação
de uma taxa/indexador. São exemplos de renda fixa: Caderneta
de poupança, Tesouro Direto, Letras financeiras, LCI/LCA, LC,
Debêntures, CRI/CRA, CDB. Alguns investimentos da renda fixa
são cobertos pelo FGC (Fundo Garantidor De Crédito),
garantindo que você recupere seu dinheiro em caso de falência da
instituição.
- Renda variável: Não se sabe
ao certo quanto vai se ganhar. Podemos ganhar ou perder muito
dinheiro. Exemplos de renda variável: Ações, Fundos de Ações, etc. Neste caso não existe garantia do FGC, então, cuidado.
Todos
os investimentos possuem algum tipo de risco e
tributação (custos). Faça simulações para
verificar as melhores opções para seu perfil. Existem simuladores e
aplicativos na internet para te ajudar.
Ao
começar a investir você deve estudar e pesquisar tudo sobre as
instituições financeiras e os tipos de investimentos que deseja
fazer! Acesse os sites do Banco Central do Brasil, Comissão De
Valores Mobiliários (CVM), Portal do Investidor, etc. Não invista
sem informação!
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| Cuidado! Não invista no escuro! Fonte: Pixabay |
Prevenção
Não
controlamos todas as coisas que acontecem no mundo. Da mesma maneira
que podemos ganhar na loteria ou conseguir um emprego, podemos sofrer
um acidente ou ficar desempregado. E como prevenir riscos? É
outra questão de atitude. Por exemplo, se você tem um automóvel,
não o deixe em locais onde ele possa ser roubado. Cuide da
sua saúde para você não ficar doente. Tome cuidado para não
sofrer acidentes. Use o cartão de crédito com
responsabilidade, ao usar a internet, cuidado com sites
e aplicativos suspeitos, etc. Resumindo, SE CUIDE!
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Devemos
nos precaver das eventualidades! Uma alternativa é criar uma
poupança para eventualidades, as famosas “Reserva ou
Fundo de Emergência”, “Colchão”, enfim, aquela reserva
financeira para alguma emergência, tipo um acidente, uma cirurgia,
desemprego, etc.
Contratar um seguro pode ser uma boa alternativa,
por exemplo, se você é a única pessoa a trazer renda para sua casa
um seguro de vida ou para acidentes pode ser muito útil em
caso de uma eventualidade. Existem seguros para casas, carros, etc.
Procure um que seguro que atenda suas necessidades e não comprometa seu orçamento.
E
por fim, a aposentadoria. A expectativa de vida aumenta com os
avanços da medicina. Assim, parte da nossa renda
deve ser direcionada a manter o padrão de vida no futuro.
Investir e utilizar os juros compostos a seu favor permitirá
que você tenha uma melhor qualidade de vida na idade avançada.
Quanto mais cedo você começar a investir para a aposentadoria
melhor!
Como
aposentadoria é um projeto de longo prazo. No Brasil,
na maioria das ocupações você deverá contribuir obrigatoriamente
para algum tipo de Previdência. Todavia, não sabemos até quando
este sistema vai se sustentar. Assim, devemos ter alternativas
para a aposentadoria.
São exemplos os planos de previdência
complementar (você vai contribuir mensalmente até a data para
se aposentar) e seguir uma estratégia independente (você vai
escolher os melhores investimentos para seu futuro, podendo também
perder dinheiro). Assim, pesquise e escolha as melhores alternativas.
Hoje na internet existem muitas pessoas e canais que
falam sobre finanças pessoais e investimentos, você vai encontrar
muito material de qualidade para ser bem sucedido nos seus projetos.
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Referências:
BANCO CENTRAL DO BRASIL. Caderno de Educação Financeira – Gestão de
Finanças Pessoais. Brasília: BCB, 2013.